quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Aprendiz Paulista

16 de setembro de 2009, 21:59


O Governo de São Paulo lançou, o Aprendiz Paulista. Programa coordenado pela Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho (Sert) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento, que tem como objetivo estimular e agilizar a inserção de estudantes de 14 a 24 anos, das Escolas Técnicas (Etecs) estaduais, no mercado de trabalho.A cerimônia contou com a presença do governador José Serra, do vice-governador, Alberto Goldman; do secretário do Emprego e Relações do Trabalho, Afif Domingos; do secretário de Desenvolvimento, Geraldo Alckmin e da diretora superintendente do Centro Paula Souza, Laura Laganá, entre outras autoridades.“Para o jovem, o programa facilita a experiência profissional. Para o empregador, é um caminho para cumprir a cota de contratação de aprendizes determinada pela lei”, observou Serra.O encontro entre os alunos e as empresas que procuram profissionais aprendizes será feito por meio do Portal Emprega São Paulo (http://www.empregasaopaulo.sp.gov.br/), sistema online e gratuito de intermediação de mão de obra do governo estadual que reúne três programas da Sert – Emprega São Paulo, Aprendiz Paulista e Jovem Cidadão.O estudante visualizará, no site do Aprendiz, as vagas adequadas ao seu perfil e ao curso em que está matriculado. Atualmente mais de 100 mil estudantes estão matriculados em cursos técnicos das Etecs administradas pelo Centro Paula Souza em todo o Estado. Desse total, aproximadamente 33 mil têm entre 14 e 24 anos de idade.O Aprendiz Paulista será uma forma de auxiliar e incentivar os empregadores a cumprirem a cota legal de contratação de aprendizes estabelecida no artigo 429 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) – que determina que as empresas contratem, na condição de aprendizes, entre 5% e 15% de seu quadro de funcionários, cujas funções demandam formação profissional.O aprendiz contratado receberá salário e vale-transporte e terá direito a 13° salário, férias e FGTS. O contrato terá, no máximo, dois anos. “É um programa de fundamental importância para as empresas que têm dificuldade no cumprimento da cota de aprendizes. Além de ter aprendizes de alto nível, as empresas não terão o custo do acompanhamento pedagógico, que aqui é feito pelo Estado. Ou seja, oferecemos os melhores aprendizes pelo menor custo para as empresas”, explicou Afif.“Em cada Etec vamos ter um professor que vai acompanhar todas as etapas, desde a inscrição dos alunos, as entrevistas e todas as atividades desenvolvidas nas empresas. É muito importante a gente aliar à formação específica, todo esse conhecimento do mundo do trabalho”, afirmou Laura Laganá.Os dados referentes a todos os alunos de 14 a 24 anos das Etecs serão incluídos no Portal Emprega São Paulo, na seção destinada ao Programa Aprendiz Paulista. Para participar o jovem deverá acessar o site e criar usuário e senha.Central de AtendimentoO Aprendiz Paulista tem uma Central de Atendimento para esclarecer as dúvidas dos alunos e das empresas relativas ao programa e à navegação no do Emprega São Paulo. O telefone é o 0800-770-7378 e o serviço está disponível de 2ª a 6ª feira, das 7h às 22h, e aos sábados, das 7h às 13h. O interessado também a opção de enviar e-mail para aprendizpaulista@emprego.sp.gov.br ou comparecer a um dos 210 Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) espalhados por todo o Estado – os endereços estão no site www.emprego.sp.gov.br/pat.

Frederick Taylor

17 de setembro, 13:23



Administração Científica = Frederick Taylor –americano – 1856/ 1915

Desenvolveu técnicas de racionalização do trabalho, sua característica mais marcante é a busca de uma organização científica do trabalho, enfatizando
Tempos e métodos e por isso é visto como o precursor da Teoria da Administração Científica.
Taylor entendia que para garantir maior produção com menor custo ere preciso adotar os seguintes ítens:

1-SELECAO CIENTIFICA DO TRABALHADOR- o trabalhador deve desempenhar tarefas compatíveis com sua capacidade, deveria ser treinado
para a função buscando aumento de produtividade.

2-TEMPO-PADRAO- cada funcionário deverá produzir um mínimo estabelecido pela empresa, isto deveria ser rigorosamente controlado, pois ele entendia que se o salário tivesse garantido, o funcionário não se esforçaria.

3-INCENTIVO SALARIAL- seu rendimento seria proporcional a sua produção.

4-GERENTES PLANEJAM, OPERÁRIOS EXECUTAM- o planejamento era exclusivo das gerências, sem participação dos operários.

5-DIVISAO DO TRABALHO- o trabalho era dividido em várias etapas, buscando através da simplicidade de cada tarefa, aumento de produtividade e remuneração proporcional ao volume produzido.

6-TRABALHO EM CONJUNTO - o interesse dos funcionários e da administração podem ser conciliados (altos salários x baixos custos de produção).

7-SUPEVISÃO- também deve ser dividida por áreas, e acompanhada a produção mínima de cada operário.

8-ÊNFASE NA EFICIÊNCIA- deveria haver estudos de cada movimento dos operários buscando a melhor maneira de executar uma tarefa.

9-ENFOQUE MECANICISTA DO SER HUMANO- cada funcionário era considerado como uma peça de uma máquina, sem levar em consideração sua condição de ser humano.

10-HOMO ECONOMICUS- a administração científica não considera a auto-realização, reconhecimento pelo trabalho, apenas remunera pela produção.

11- ABORDAGEM FECHADA- a empresa não levava em consideração o mercado, suas influências diretas e indiretas ao ambiente da empresa.

12-SUPERESPECIALIZAÇÃO DO OPERÁRIO- com a divisão das tarefas, os operários executavam tarefas repetitivas, monótonas e desvinculada de um todo. Ex. Tempos modernos – Chaplin.

13-EXPLORAÇÃO DOS EMPREGADOS- apenas os interesses patronais eram levados em consideração, na época não existiam leis trabalhistas que protegessem os funcionários.
Taylor é normalmente visto como administrador desumano, insensível, tratava os operários como objetos, preocupava-se apenas em produtividade e aumento de lucros.
Entretanto, por mais que se critique sua conduta, muitas de seus métodos serviram para que hoje, ainda sejam utilizados e foram fontes de estudos da tecnologia da automação industrial, onde máquinas fazem os trabalhos repetitivos.

Esse ano tentarei

16 de setembro de 2009, 21:41


Esse ano termino o ensino médio, fiquei pensando um pouco e resolvi fazer o vestibular para estudar na FATEC da Zona Leste, tem o curso que eu quero e é pertinho da minha casa. O curso que eu vou tentar fazer é logística, um curso que cresceu muito e é muito procurado.
Como estou terminando o último semestre de logística numa ETEC resolvi fazer um curso tecnológico. Pensava em fazer administração, mas como já faço técnico em administração, também na ETEC, resolvi me aprimorar mesmo na logística, que é uma área que gosto tanto e onde há tanta carência de profissionais -pelo menos por enquanto porque as universidades e faculdades federais e privadas estão implantando esse curso, praticamente todas já têm-, se você está pensando em escolher uma profissão não se esqueça de colocar em sua lista logística.

Calendário das incrições da FATEC

Calendário
Outubro/09
De 07/10 até as 15h do dia 30/10/09 - Inscrições eletrônicas

Novembro/09
A partir de 30/11/09 - Divulgação dos locais de Exame
06/12/09, às 13h30min - Exame
06/12/09, a partir das 18h - Divulgação do gabarito oficial

Janeiro/10
18/01/10 - Divulgação da 1ª lista de convocação e da lista de classificação geral
19/01/10 - Matrícula da 1ª lista de convocação
21/01/10 - Divulgação da 2ª lista de convocação
22/01/10 - Matrícula da 2ª lista de convocação

Fevereiro/10
01/02/10 - Divulgação do desempenho dos candidatos

Central de informações ao candidato
Capital e Grande São Paulo: (11) 3471-4103
Demais localidades: 0800 596 9696

Site Oficial
www.vestibularfatec.com.br

Administração

16 de setembro de 2009, 23:00


ADMINISTRAÇÃO
Administrar significa ter de determinar uma direção o tempo todo: onde investir, quem contratar, que posicionamento adotar no mercado, como promover a organização e escolher os parceiros ideais. "Nessa profissão, seja em organizações públicas ou privadas, é necessário tomar decisões constantemente. Por isso, não basta o bom senso, é preciso preparo, conhecimento e determinação", diz Leandro Vieira, diretor do portal Administradores Negócios Digitais, site voltado para a área de administração e negócios. O profissional trabalha em praticamente todos os departamentos de uma organização. É responsável pelo planejamento de estratégias e pelo gerenciamento do dia-a-dia da companhia e gere recursos financeiros, materiais e humanos. Conduz as relações entre a empresa e os funcionários, cuida dos processos de admissão, treinamento e demissão. Organiza planos de carreira e programas de benefícios. Outra possibilidade é atuar no controle dos estoques de matéria-prima e insumos, gerenciando os processos de compra. No setor financeiro, opera nas áreas de custos, orçamentos e fluxo de caixa. Pode se envolver, ainda, com a publicidade e o marketing. O administrador trabalha em diversos setores - de hospitais, fábricas e escolas a organizações não-governamentais, empresas públicas e aquelas dedicadas ao comércio eletrônico.

O mercado de trabalho
O campo de trabalho é amplo: cerca de metade dos cargos de uma empresa é para funções administrativas. Mas o mercado é muito competitivo. Aproximadamente 2 milhões de estudantes formam-se por ano, e não há vagas formais para absorvê-los. Ainda existe a concorrência de graduados de outras áreas que fazem especialização ou MBA e conseguem emprego em Administração. Apesar disso, o mercado de trabalho para administradores no Brasil está crescendo junto com a economia. Grandes companhias estão ampliando seus quadros de funcionários, e as empresas familiares se profissionalizando e buscando candidatos com boa formação para fazer parte de seus quadros. "Empresas que tradicionalmente contratavam apenas profissionais de áreas técnicas, como Engenharia e Química, por exemplo, começam a perceber a necessidade de preencher cargos administrativos e de negócios, como compras, logística e marketing, com os formados na área e dotados de visão estratégica", afirma Marcos Amatucci, diretor nacional dos cursos de graduação em Administração da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo.Como a atuação do administrador é bastante ampla, esse profissional se faz necessário em todo tipo de empresa (fabril, comercial, serviços, agronegócio) e em praticamente todas as áreas, desde a comercial, passando por logística, financeira e compras, até recursos humanos. A região Centro-Oeste apresenta o mercado que mais se expande. Os principais empregadores estão no setor de agronegócio, em cidades como Cuiabá (MT), Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). As regiões Sul e Sudeste concentram o maior número de empresas que oferecem programas de trainee, enquanto o setor público tem vagas em todo o país.
O curso
Uma resolução do MEC, datada de 2005 e que passou a vigorar em 2007, estabeleceu que as linhas de formação específicas nas diversas áreas da Administração não podem constituir uma extensão ao nome do curso. Isso significa que as várias ênfases ou habilitações de Administração, como administração financeira ou de recursos humanos, devem constar apenas no projeto pedagógico do curso.Em geral, os dois primeiros anos são ocupados com disciplinas básicas, como matemática, estatística, direito, sociologia, contabilidade e informática. No terceiro começam as matérias específicas, como logística, finanças, marketing e recursos humanos.O curso dura, em média, quatro anos, e o dia-a-dia não se limita às aulas expositivas. O aluno cria e analisa casos fictícios e apresenta seminários. Algumas escolas exigem uma monografia de conclusão de curso, além do estágio supervisionado.

Guia do estudante

Engenharia de produção

16 de setembro de 2009, 21:20


Uma das mais nobres missões desse bacharel é promover a expansão do consumo, por meio da redução do custo dos serviços e mercadorias e da maior eficiência dos sistemas produtivos. Para isso, ele precisa conhecer muito bem o mercado, o estágio de desenvolvimento do país e sua distribuição de renda. “O engenheiro de produção é uma peça importante para que os empresários possam aumentar o volume de produção, fabricar bens capazes de competir no mercado internacional e, ao mesmo tempo, oferecer à população produtos com preços mais baixos”, diz o engenheiro de produção mecânica Marco Antonio Rodrigues, diretor da empresa Gestão Eclética, de São Paulo. Outro objetivo desse engenheiro, destaca Rodrigues, é assegurar a qualidade de vida da população, protegendo e recuperando o meio ambiente e desenvolvendo produtos que atendem às necessidades da sociedade. “O engenheiro de produção deve buscar sempre inovação e formas inéditas de fabricar novos produtos”, afirma ele. A engenharia de produção é um amplo ramo que gerencia os recursos humanos, financeiros e materiais para aumentar a produtividade de uma empresa. Por isso, esse profissional é peça fundamental em indústrias e empresas de quase todos os setores. Ele une conhecimentos de administração, economia e engenharia para racionalizar o trabalho, aperfeiçoar técnicas de produção e ordenar as atividades financeiras, logísticas e comerciais de uma organização. Define a melhor forma de integrar mão-de-obra, equipamentos e matéria-prima e de avançar na qualidade e aumentar a produtividade. Por atuar como elo entre o setor técnico e o administrativo, seu campo de trabalho ultrapassa os limites da indústria. O especialista em economia empresarial, por exemplo, costuma ser contratado por bancos para montar carteiras de investimentos. Esse profissional é requisitado, também, por empresas prestadoras de serviços para gerenciar a seleção de pessoal, definir funções e planejar escalas de trabalho.
                  O mercado de trabalho
"O mercado globalizado e o crescimento da demanda interna têm obrigado a indústria brasileira a se tornar cada vez mais competitiva. Isso amplia a demanda por engenheiros de produção, que são requisitados por empresas e indústrias de diversos setores", diz Mário Kaphan, diretor do portal de empregos Vagas.com.br, com forte atuação na área de ciências exatas. Indústrias de bebidas, cigarros e, principalmente, a automobilística e a eletrônica, procuram esse profissional para atuar no setor de logística, que inclui a distribuição de produtos e o suprimento de compras. Isso também ocorre cada vez mais em empresas do segmento varejista e na agroindústria, que abre vagas em regiões interioranas. Em serviços, a indústria financeira é a que mais contrata e melhor remunera. Nela, o engenheiro de produção atua na gestão de carteiras e análise de investimentos de clientes bancários. Outros dois ramos em evidência são o mercado acionário e o de transporte, com destaque para as concessionárias que administram rodovias. Com a descentralização industrial, o engenheiro de produção tem chances de colocação em todo o país, mas as melhores oportunidades estão no Sudeste, com 50% das vagas concentradas no estado de São Paulo, e no Sul. No Nordeste, o destaque é o pólo têxtil do Ceará.
                         O curso
No começo, o curso enfoca as disciplinas básicas de engenharia, com bastante cálculo, como matemática, física, química e informática. Depois entram as matérias específicas de produção, como gestão de investimentos, organização do trabalho e economia e estratégia de empresas. Nos últimos anos acrescentam-se as de sociais aplicadas, como administração e economia, e na etapa final, o aluno começa o estudo específico da habilitação escolhida. Para se diplomar, é preciso fazer estágio e apresentar uma monografia. Várias escolas oferecem o curso voltado para alguma habilitação específica, como mecânica ou civil. A duração média é de cinco anos.

Guia do estudante

história da logística

16 de setembro de 2009, 22:00


Desde quando comecei a fazer técnico em logística na ETEC Ferraz de Vasconcelos as pessoas me perguntam se tem alguma coisa a ver com loja-convenhamos que o nome é familiar-, eu tento explicar sempre da melhor forma e mais resumida possível. A área está crescendo tanto que praticamente todas as faculdades e universidades federais e privadas do estado de São Paulo introduziram esse curso tecnológico ou técnico na carteira de cursos.
A logística existe desde os tempos mais antigos, quando na preparação das guerras, os líderes militares já utilizavam esse instrumento, o qual ficou associado às atividades militares por muitos séculos.
As guerras eram longas demais e nem sempre ocorriam próximas de onde estavam as pessoas. Eram necessários grandes deslocamentos, exigindo que as tropas carregassem todo o equipamento indispensável.
Era preciso ter uma organização logística para possibilitar a chegada de carros de guerra, grandes grupos de soldados e transportar armamentos pesados aos locais de combate.
Pelos recursos disponíveis na época, essa organização era muito grande e envolvia diversos estudos, como preparação de soldados, transporte, armazenagem de gêneros alimentícios para tropas, munições, armas etc.
Com a evolução tecnológica, a logística passou a abrangir outros ramos da administração, sendo absorvida pelos civis, porém recebendo a influência e a experiência militar.
Após essa evolução gradativa, houve um grande avanço nos processos logísticos, que culminaram mais acentuadamente após a Segunda Guerra Mundial. Nessa ocasião, os EUA experimentaram um crescimento rápido devido, em parte, à demanda reprimida dos anos de depressão, valendo-se da posição satisfatória do mercado americano no panorama mundial, cujo objetivo era produzir e vender com lucros altíssimos. Assim sendo, qualquer indício de ineficiência na distribuição dos produtos fabricados poderia ser tolerada para que se alcançassem esses lucros.
Ao mesmo tempo, do outro lado do mundo o Japão iniciava uma das mais respeitadas evoluções da logística, até hoje reverenciada e referência em todo o mundo, diante da determinação do país em se restabelecer economicamente e moralmente.
A logística, embora já praticada sem tanto destaque, começava a surgir como uma modalidade de grande importância na economia mundial, passando por várias etapas até chegar aos dias de hoje e ser a moda na formação tecnológica.

Diego Marques